Há obras que só nascem porque alguém acreditou nelas antes de o mundo saber que existiam. Nenhum Medici ficou famoso por ter construído palácios. Ficou famoso por ter financiado Michelangelo.
Pagamento flexível · Cotas de Apoiante sem limite até 18/04
€470 abaixo do valor público · reconhecimento aos primeiros apoiantes
Máximo de 4 cotas Patrono · reserva imediata recomendada
APENAS 8 COTAS DE MECENAS E PATRONO · ENCERRAMENTO EM 18 DE ABRIL
O História Viva Portugal foi concebido por Hermes Fernandez e pelo historiador Prof. Rafael Nogueira. Durante uma semana caminhamos por sete séculos de história portuguesa, entrando dentro dos monumentos, parando diante dos túmulos dos reis, atravessando os claustros onde o pensamento moldou impérios.
Começamos em Coimbra, na universidade mais antiga do país, no túmulo de D. Afonso Henriques. Seguimos por Sintra e Queluz, de onde a família real partiu para o Brasil em 1807. Descemos a Belém, ao cais de onde zarparam as caravelas. Passamos por Mafra, o palácio pago com ouro brasileiro. Chegamos a Tomar, onde os Templários tornaram-se Cavaleiros de Cristo e depois pintaram a sua cruz nas velas que atravessaram o oceano. E fechamos em Fátima, o lugar onde, em 1917, três crianças ouviram uma mensagem pronunciada em português dirigida ao mundo inteiro.
Do Milagre de Ourique de 1139 à Cova da Iria de 1917, há um fio que atravessa sete séculos. Portugal sempre se soube portador de uma missão maior do que o seu tamanho. Este programa existe para tornar esse fio visível, pedra por pedra, para quem quiser caminhar connosco.
"Os lugares guardam uma memória que os livros não conseguem transmitir. É preciso ir até lá, pôr a mão na parede e ouvir em silêncio." Prof. Rafael Nogueira
Luso-brasileiro. Idealizador e organizador do História Viva. Fundador da Book N Pin, dedica-se a projectos culturais no eixo Brasil-Portugal.
Historiador, escritor e professor. Ex-presidente da Biblioteca Nacional do Brasil (2019–2022). Ex-Secretário Nacional de Cultura. Autor e conferencista dedicado à formação civilizacional e ao resgate da tradição luso-brasileira.
A história de Portugal é incompreensível sem a sua dimensão espiritual. Cada monumento que visitamos guarda uma camada invisível de sentido que só se revela a quem sabe onde olhar.
Antes da batalha contra cinco reis mouros, Cristo teria aparecido a Afonso Henriques. Mito ou facto, esta narrativa moldou a identidade portuguesa durante séculos: um reino nascido sob mandato divino.
Quando o Papa dissolveu os Templários, D. Dinis salvou os seus bens em Portugal criando a Ordem de Cristo. A mesma cruz que protegeu os peregrinos na Terra Santa decorou as velas das caravelas. Em Tomar compreende-se que os Descobrimentos foram a continuação da Reconquista por outros meios.
O Poço Iniciático de Sintra, financiado por fortuna brasileira, liga a tradição hermética à maçonaria que seria decisiva na independência do Brasil. A dimensão simbólica da civilização portuguesa revela a outra metade da história.
No momento em que a Europa se destroçava na Grande Guerra e Portugal vivia sob regime anticlerical, três crianças pastoras receberam uma mensagem dirigida ao mundo inteiro. O Milagre do Sol, testemunhado por 70.000 pessoas, permanece um dos eventos mais documentados da história religiosa. A mensagem foi pronunciada em português.
A esfera armilar, símbolo da bandeira portuguesa e emblema manuelino por excelência, representa a ambição de um povo que ousou cartografar o cosmos. É o símbolo desta jornada: a busca de orientação num mundo que perdeu o sentido.
Cada lugar que visitamos revela uma camada desta busca. Das muralhas de Coimbra à Cova da Iria, o que se desenha é um arco civilizacional único: um povo pequeno que ousou desvendar o mundo inteiro.
19 a 25 de abril de 2026 · Lisboa · Sintra · Coimbra · Mafra · Tomar · Fátima. Os três jantares oficiais acontecem no Lawrence's Hotel, em Sintra, o mais antigo em funcionamento na Península Ibérica.
Uma equipa de produção audiovisual acompanha o grupo durante os sete dias. Cada uma das aulas in loco é gravada em 4K, dentro dos monumentos, com microfone direcional e três câmaras. Filmamos as palestras à mesa no Lawrence's, os percursos de autocarro entre as cidades, as conversas que nascem dentro da Charola de Tomar ou em frente à Torre de Belém. O material acaba editado como um documentário que percorre Coimbra, Sintra, Queluz, Belém, Mafra, Regaleira, Tomar, Fátima e Lisboa.
O filme fica para sempre. Os apoiantes recebem acesso permanente ao documentário completo e às aulas em 4K, para rever quando quiser, partilhar em família, mostrar aos filhos e aos netos daqui a trinta anos. O seu nome fica gravado nos créditos finais, do lado dos que ajudaram a erguer a obra.
Quando Lorenzo de' Medici financiou Botticelli e Michelangelo, não pensava em retorno. Pensou que Florença merecia ter aqueles quadros, aquelas esculturas, aquela beleza. E pensou bem. Este é o seu convite para fazer o mesmo pelo eixo Portugal-Brasil.
Aqui está o que o seu gesto financia: o documentário, as aulas em 4K, a edição e o arquivo permanente. Em troca, cada apoiante recebe acesso vitalício ao filme e às aulas, o seu nome nos créditos, e a satisfação de ter ajudado a construir a 1ª edição de um projecto que pretende durar muitos anos.
Máximo de 8 cotas de Mecenas e Patrono. Cada cota é pessoal, intransferível e válida para 1 pessoa. Cotas de Apoiante sem limite até 18/04.
O História Viva existe porque pessoas extraordinárias decidiram apoiar esta missão antes de qualquer garantia. A elas, o nosso reconhecimento permanente.
O seu nome pode estar aqui. Junte-se aos que constroem este legado.
A segunda edição do História Viva já tem destino definido: o norte da Península Ibérica, berço da Reconquista. De Covadonga, onde Pelágio resistiu, a Santiago de Compostela, onde o Apóstolo repousa. Do Porto e Braga, cidades fundadoras, a Guimarães, onde Portugal nasceu.
O reino que resistiu quando tudo parecia perdido
Onde Pelágio venceu e a Reconquista começou
O fim do Caminho, onde o Apóstolo repousa
A cidade que deu nome a Portugal
A Roma portuguesa, sede da fé ibérica
Aqui nasceu Portugal — o berço da nação
Os Mecenas Fundadores e Patronos da 1ª edição terão prioridade absoluta de inscrição, condições especiais e participação garantida na edição de 2027. A jornada continua para quem escolheu estar no início.
"Uma civilização vive enquanto houver alguém para contá-la aos que vêm depois." História Viva Portugal